segunda-feira, 10 de março de 2014

Madrugada fria

 
 Já são 4:33 e eu estou aqui, num domingo qualquer, esperando que saia algo útil dessas palavras desajeitadas, que continuaram sendo desajeitadas até fazer algum sentido em minha mente.
    Sinceramente, minhas mãos estão frias, minha garganta seca e minha mente como um quebra-cabeça com peças iguais. 
    Algo se passa na TV, mas não tenho mente para entender, então só escuto, escuto, escuto. 
     Não me obrigue a  fazer sair algo bom daqui. Só irá sair pensamentos de uma garota sem rumo, mas com muita pressa. Minha clara e fiel amiga. E tenho pressa para dormir e acorda. Mas a noite e tão lenta e calma que prefiro ficar, E ficar, e ficar. 
    Mas agora já consigo entender o que se passa na TV, fiquei cansada, e minha cabeça dói. 
     Percebi que  meus pensamentos nunca iram se ordenar. São assim mesmo uma zona, uma bagunça, um congestionamento daqueles de São Paulo, sabe ?.  Então não irei gastar minhas pequenas palavras, ou grandes, para descrever o que acontecer todos os dias do meu cérebro. 
   Um congestionamento.